domingo, 25 de agosto de 2013

Diário de viagem

Domingo 7/7/13
Hoje de manhã nós (eu, minha mãe, meu pai e minhas primas) saímos de carro rumo a São Paulo. Na viagem, minha prima mais nova vomitou no carro. Algumas horas depois estávamos chegando em São Paulo.

Segunda 8/7/13
Nós fomos ver a peça de teatro: O Rei Leão. Foi muito legal!!!


Terça 9/7/13
Nós fomos ao Museu Sabina. Eu gostei mais da parte de física.

Quarta 10/7/13
Eu, minha mãe e meu pai fomos na feira. Tivemos que comprar um cachecol para eu não ficar com muito frio.

Quinta 11/7/13 e Sexta 12/7/13
Nós não saímos de casa porque estava muito frio.

Sábado 13/7/13
Nós fomos ao Museu do Futebol e lá é muito legal.

Domingo 14/7/13
Dia da despedida...  estávamos voltando para Belo Horizonte.

Relato de uma viagem

Nas férias eu fui para São Paulo com as minhas primas e meus pais, nós fomos de carro. Nós saímos bem cedo. Mais ou menos nove horas da manhã nós já estávamos na estrada. Minha prima mais nova vomitou duas vezes durante a viagem. Depois ela não comeu mais nada, só as pontas das esfirras. Algumas horas depois estávamos chegando em São Paulo. No dia seguinte nós ficamos em casa. No outro dia nós fomos assistir o Rei Leão, foi muito legal! Depois fomos ao Museu Sabina. Lá é muito legal, tem muitas coisas, eu gostei mais da parte de física. Nós ficamos em casa nos dois dias seguintes. Sábado nós fomos ao Museu do Futebol e domingo fomos embora.

Mapa Conceitual - Adjetivos


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Giselda Laporta Nicolelis

Nasceu em São Paulo, no dia 27 de outrubro de 1938. A sua primeira história foi publicada em 1972. E o primeiro livro em 1974. Ela escreve principalmente livros infantis e juvenis, além de ficção, poesia e ensaios. Tem mais de 100 títulos publicados. É jornalista pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, trabalhou como coordenadora editorial e em publicações infanto-juvenis. Ela também é sócia-fundadora do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil (acervo está em Universidade de São Paulo), da União Brasileira de Escritores, do Sindicato de Escritores do Estado de São Paulo e da Clearing House form Women Authors of America.

Algumas obras: Sempre haverá um amanhã, A esperança de Bob; As portas do Destino; A menina que queria ser bruxa; A toca do Edu e a copa; O segredo da múmia inca; Da cor do azeviche; História virada ao avesso; Macapacarana; Na boleia de um caminhão; O fantasma da torre; O milagre de cada dia; Onde mora o arco-íris; Uivando para a lua: biografia autorizada de um cachorro; Vale das vertentes; Viver é uma grande aventura.


Referência Bibliográfica:
http://www.ube.org.br/biografias-detalhe.asp?ID=349

A mentira tem perna curta.

Um menino combina de encontrar com outro na lanchonete. Um chegou na hora certa, o outro chegou dizendo:
- Me desculpa o atraso, eu estava fazendo para casa, por isso demorei.
- Isso é mentira sua!
- Por que?
- Porque hoje não teve para casa!

Provérbios

Provérbios são frases que explicam sobre a vida...

- Quem colhe vento planta tempestade.
- Quem fala muito dá bom dia a cavalo.
- Boca fechada não entra mosca. 
- Dai a César o que de César e a Deus o que de Deus.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
- A pressa é a inimiga da perfeição.
- Cavalo dado não se olha os dentes.
- A ocasião faz o ladrão.
- A mentira tem perna a perna curta.
- Quando um não quer, dois não brigam.
- Gato escaldado tem medo de água fria.
- Macaco velho não pula em galho seco.
- O boi engorda é com o olhar do dono.
- Criou fama e deitou na cama.
- A morte não chega de véspera.
- Antes calar que mal falar.
- Quem quer faz, quem não quer manda.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Cada cabeça, cada sentença.
- Cachorro que late não morde.
- Quem tem boca vai à Roma.
- Quem vê a barba do vizinho arder põe a sua de molho.
- Quem usa cuida.
- Deus ajuda quem cedo madruga.
- Caiu na rede é peixe.
- Casa de ferreiro, espeto de pau.
- O seguro morreu de velho.
- Cada macaco no seu galho.
- Quem tudo quer nada tem.
- Devagar se vai ao longe.
- De grão em grão a galinha enche o papo.
- Errar é humano.
- Falar é fácil, fazer é que é difícil.
- Filho de peixe, peixinho é.
- Leite de vaca não mata bezerro.
- Nada como um dia depois do outro.
- Não há rosas sem espinhos.
- Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos.
- Nunca digas que desta água não bebereis.
- O barato sai caro.
- Onde há fumaça, há fogo.
- Pela boca morre o peixe.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Quem espera sempre alcança.


www.suapesquisa.com/musicacultura/proverbios.htm

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Narrativa de Aventura - A COMPETIÇÃO

Nossa história começa lá no futuro, no ano de 3333. Nesse ano foi lançado uma nave no espaço e dentro dela, dois astronautas. Um se chama Ben e o outro se chama Thales. Eles foram para o espaço em uma competição para ver quem era o melhor criador de robôs no espaço. Cada um foi com uma "carcaça" de um robô e quem terminasse primeiro ganhava. O Ben quis fazer um robô gigante, enquanto Thales fez um pequeno.
A competição durava um mês. Faltando um dia para a competição acabar, o Ben escondeu a chave de fenda do Thales. Sem perceber, Thales acaba terminando o seu robô sem a chave de fenda. Como Thales não usou a chave de fenda o seu robô se desmontou e então o vencedor foi Ben. O ódio de Thales o "possuiu" e ele desafiou Ben a uma batalha no dia seguinte.
Thales foi protegido com uma armadura de ferro e Ben vestido como um índio. Ben ganhou a luta sem ferimentos e Thales foi morto com uma estaca de madeira no peito. Sendo assim Ben o vencedor.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mapa Conceitual Substantivos


Festa Junina

 A festa junina do Colégio São Paulo foi bem criativa, tinha muitas pessoas, muitas comidas e uma mini lojinha. Mas as atrações principais foram as danças das turmas. As danças eram típicas do Brasil com a inspiração nas obras de Romero Brito. A dança mais criativa foi a dos 6º anos com a música BOI BUMBÁ.

A História de Belo Horizonte

Foi à procura de ouro que João Leite da Silva Ortiz, em 1701, chegou na Serra de Congonhas. Não encontrou metal, mas encontrou um lugar ótimo para plantar, criar gado e uma bela e ótima paisagem. E ele chamou aquele lugar de Fazenda do Cercado.
Os viajantes da Bahia a Minas paravam ali e alguns ficavam. Assim, a fazenda foi crescendo e virou arraial, o Curral Del Rey. A nossa Serra do Curral era chamada de Serra de Congonhas.
E o Curral Del Rey continuou crescendo. E lá já tinha pequenas lavouras e criações de gado, fábricas de farinha, de algodão, fundia-se ferro e bronze. Extraia-se granito e calcário.
Com a Proclamação da República em 1889, os moradores do Curral esperavam por mudanças. A sede o governo de Minas era em Ouro Preto, mas essa cidades estava “antiga”, sem condição de higiene e fora do centro geográfico do estado. Afonso Pena, Augusto de Lima e Chrispim Jacques Bias Fortes lutaram para que a capital de Minas fosse o Curral Del Rey. Eles conseguiram e o nome da cidade mudou para Belo Horizonte.
Começou o planejamento da nova capital. O traçado das ruas que estão dentro da Avenida do Contorno foi planejado por Aarão Reis. Ele lembrou do estilo de Paris e Washington, pois ele e a Comissão Construtora queriam uma cidade física e socialmente higiênica, saneada, livre de doenças e também livre de desordens e revoluções.
Belo Horizonte foi inaugurada a 12 de dezembro de 1897. Só que algumas de suas construções anida não tinham sido feitas e algumas ruas foram abertas no meio do mato.
Depois vieram as indústrias no Bairro Barro Preto. Tiveram alguns problemas: falta de energia, falta de espaço, pois era perto do centro e também por causa da 1ª Guerra Mundial que causou crise e recessão.
Em 1941, foi criada a Cidade Industrial, em Contagem, o que foi importante para a industrialização de Belo Horizonte.
Em 1952, Juscelino Kubitscheck, que era governador, criou a CEMIG. Ele também criou o IAPI, o Palácio das Artes, a Lagoa da Pampulha e o conjunto arquitetônico da Lagoa da Pampulha. Isso quando ele foi prefeito de Belo Horizonte, antes de ser gonvernador de Minas.
A década de 50 foi a época da grande industrialização de Belo Horizonte.
Em 1965, foi inaugurado o Estádio Municipal Governador Magalhães Pinto, o Mineirão. O Mineirão foi reformado e reinaugurado em 2013, pois será sede de jogos da Copa das Confederações (2013) e da Copa do Mundo de Futebol em 2014.
Na década de 70, empresas estrangeiras vieram para a “grande” Belo Horizonte, entre elas a FIAT, em Betim.
Nos anos de 80 e 90 tiveram várias crises econômicas, o que diminuiu o crescimento da cidade.
Atualmente, a grande Belo Horizonte tem empresas importantes de confecção, calçados, alimentação, aparelhos elétricos e eletrônicos, perfumaria, turismo, empresas conhecidas nacionalmente, estruturas produtivas leves, grande terceirização de atividades e investimentos em marketing e publicidade.


Referência Bibliográfica: