quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Sylvie Baussier





Nascida na França, foi bibliotecária, editora de enciclopédias e, durante 10 anos, jornalista.
Formou-se em Letras e se especializou em Literatura Multimídia. Depois de 1997, tornou-se autora de livros infanto-juvenis.
Escreveu muitos livros de sucesso que falam sobre temas polêmicos, como uma Pequena história da guerra e da paz.










Alguns livros que ela escreveu:
Pequena história do tempo;
Pequena história da escrita;
A morte, porque não falar mal?;
Côté filles, côté garçons;
On me dit de l'emmener chez l'orthophoniste.









Bibliografia:
http://www.presenca.pt/autor/sylvie-baussier
sylvievaussier.weebly.com/documentaires-seulement-en-bibliothegraveque.html
Baussier, Sylvie. Pequena história da guerra e da paz/Sylvie Baussier; tradução Cláudio Figueiredo; ilustrações May Angeli.-São Paulo: Edições SM, 2005. - (Pequenas Histórias dos Homens)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Relato de Viagem

No dia 1 do 10 de 2013 nós (os 6º anos) fomos na gruta de Maquiné e no museu (antiga casa) de João Guimarães Rosa mais conhecido como Guimarães Rosa.
Nós saímos de Belo Horizonte rumo à Cordisburgo (Minas Gerais). Algumas horas de viagem e estávamos chegando na cidade do escritor. Mais alguns minutos e estávamos chegando à Gruta do Maquiné.

A Gruta do Maquiné:

A Gruta do Maquiné foi descoberta por um fazendeiro que se chamava Joaquim Maria Maquiné em 1825, por isso o nome da gruta. Lá é muito bonito tem vários salões (salas), existem sete salas a maior e mais bonita é a sétima que foi onde Peter Wilhelm Lund (em 1834) se "hospedou" com dois escravos que o ajudaram muito em suas explorações, esse salão se chama cemitério. O Peter Lund disse que não sabia quando era noite e quando era dia. Ele só saia para pegar comida, água e tochas. Alguns anos depois ele disse que tinha achado um tesouro, o fazendeiro que morava lá expulsou ele de lá para ficar com o tesouro mas na verdade eram só ossos de animais pré-históricos.

Casa Guimarães Rosa:

A antiga casa de João Guimarães Rosa, que agora é um museu, se encontra na cidade de Cordisburgo (Minas Gerais). A casa é muito bonita e muito grande. Também tem onde era a venda de seu pai, onde ele dormia, onde seus pais dormiam, como e onde ele escrevia, os seus livros e muito mais. No final da visita os miguilins (que são jovens de 11 a 18 anos) que nos apresentam o museu contam partes dos livros: Sagarana, Manuelzão e Miguilim, Grande Sertão: Veredas, Primeiras Estórias, Ave Palavra, No urubuquaquá e Magma.


Bibliografia
http://www.grutadomaquine.tur.br/#topo


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Guimarães Rosa

Guimarães Rosa nasceu em 27 de junho de 1908 e morreu em 19 de novembro de 1967. Ele nasceu na cidade Cordisburgo, no interior de Minas Gerais. Estudou no Colégio Arnaldo, cursou Medicina na Universidade de Minas Gerais, formando-se em 1930. Depois de formado foi exercer a profissão em Itaguara, município de Itaúna, onde permaneceu por dois anos. Culto, sabia falar mais de nove idiomas. Em 1932, durante a Revolução Constitucionalista, voltou para Belo Horizonte para servir como médico voluntário da Força Pública. Posteriormente atuou como oficial médico no 9º Batalhão de Infantaria em Barbacena. Entre os anos de 1938 e 1944, foi nomeado cônsul-adjunto na cidade de Hamburgo, Alemanha. Quando o Brasil rompeu a aliança com a Alemanha, em 1942, durante a Segunda Guerra, Guimarães foi preso, e no ano seguinte foi para Bogotá, como Secretário da Embaixada Brasileira. Em 1945 foi rever os lugares onde passou a infância. É um dos maiores nomes da Literatura brasileira do século XX. Guimarães Rosa significa para a Literatura do século XX o que Machado de Assis significou no século XIX. Guimarães Rosa conseguiu renovar e reinventar a linguagem regionalista (tema explorado por vários autores da nossa Literatura).
 Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1963, mas só tomou posse em 1967. Ele morreu no Rio de Janeiro três dias depois de tomar posse na Academia.


OBRAS

1936: Magma
1946: Sagarana
1947: Com o Vaqueiro Mariano
1956: Corpo de Baile
1956: Grande Sertão: Veredas
1962: Primeiras Estórias
1964: Campo Geral
1965: Noites do Sertão
1967: Tutaméia - Terceiras Estórias
1969: Estas Estórias (póstumo)
1970: Ave, Palavra (póstumo)
2011: Antes das Primeiras Estórias (póstumo)


Bibliografia
http://www.infoescola.com/literatura/guimaraes-rosa/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guimar%C3%A3es_Rosa
http://www.e-biografias.net/guimaraes_rosa/

domingo, 25 de agosto de 2013

Diário de viagem

Domingo 7/7/13
Hoje de manhã nós (eu, minha mãe, meu pai e minhas primas) saímos de carro rumo a São Paulo. Na viagem, minha prima mais nova vomitou no carro. Algumas horas depois estávamos chegando em São Paulo.

Segunda 8/7/13
Nós fomos ver a peça de teatro: O Rei Leão. Foi muito legal!!!


Terça 9/7/13
Nós fomos ao Museu Sabina. Eu gostei mais da parte de física.

Quarta 10/7/13
Eu, minha mãe e meu pai fomos na feira. Tivemos que comprar um cachecol para eu não ficar com muito frio.

Quinta 11/7/13 e Sexta 12/7/13
Nós não saímos de casa porque estava muito frio.

Sábado 13/7/13
Nós fomos ao Museu do Futebol e lá é muito legal.

Domingo 14/7/13
Dia da despedida...  estávamos voltando para Belo Horizonte.

Relato de uma viagem

Nas férias eu fui para São Paulo com as minhas primas e meus pais, nós fomos de carro. Nós saímos bem cedo. Mais ou menos nove horas da manhã nós já estávamos na estrada. Minha prima mais nova vomitou duas vezes durante a viagem. Depois ela não comeu mais nada, só as pontas das esfirras. Algumas horas depois estávamos chegando em São Paulo. No dia seguinte nós ficamos em casa. No outro dia nós fomos assistir o Rei Leão, foi muito legal! Depois fomos ao Museu Sabina. Lá é muito legal, tem muitas coisas, eu gostei mais da parte de física. Nós ficamos em casa nos dois dias seguintes. Sábado nós fomos ao Museu do Futebol e domingo fomos embora.

Mapa Conceitual - Adjetivos


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Giselda Laporta Nicolelis

Nasceu em São Paulo, no dia 27 de outrubro de 1938. A sua primeira história foi publicada em 1972. E o primeiro livro em 1974. Ela escreve principalmente livros infantis e juvenis, além de ficção, poesia e ensaios. Tem mais de 100 títulos publicados. É jornalista pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, trabalhou como coordenadora editorial e em publicações infanto-juvenis. Ela também é sócia-fundadora do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil (acervo está em Universidade de São Paulo), da União Brasileira de Escritores, do Sindicato de Escritores do Estado de São Paulo e da Clearing House form Women Authors of America.

Algumas obras: Sempre haverá um amanhã, A esperança de Bob; As portas do Destino; A menina que queria ser bruxa; A toca do Edu e a copa; O segredo da múmia inca; Da cor do azeviche; História virada ao avesso; Macapacarana; Na boleia de um caminhão; O fantasma da torre; O milagre de cada dia; Onde mora o arco-íris; Uivando para a lua: biografia autorizada de um cachorro; Vale das vertentes; Viver é uma grande aventura.


Referência Bibliográfica:
http://www.ube.org.br/biografias-detalhe.asp?ID=349

A mentira tem perna curta.

Um menino combina de encontrar com outro na lanchonete. Um chegou na hora certa, o outro chegou dizendo:
- Me desculpa o atraso, eu estava fazendo para casa, por isso demorei.
- Isso é mentira sua!
- Por que?
- Porque hoje não teve para casa!

Provérbios

Provérbios são frases que explicam sobre a vida...

- Quem colhe vento planta tempestade.
- Quem fala muito dá bom dia a cavalo.
- Boca fechada não entra mosca. 
- Dai a César o que de César e a Deus o que de Deus.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
- A pressa é a inimiga da perfeição.
- Cavalo dado não se olha os dentes.
- A ocasião faz o ladrão.
- A mentira tem perna a perna curta.
- Quando um não quer, dois não brigam.
- Gato escaldado tem medo de água fria.
- Macaco velho não pula em galho seco.
- O boi engorda é com o olhar do dono.
- Criou fama e deitou na cama.
- A morte não chega de véspera.
- Antes calar que mal falar.
- Quem quer faz, quem não quer manda.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Cada cabeça, cada sentença.
- Cachorro que late não morde.
- Quem tem boca vai à Roma.
- Quem vê a barba do vizinho arder põe a sua de molho.
- Quem usa cuida.
- Deus ajuda quem cedo madruga.
- Caiu na rede é peixe.
- Casa de ferreiro, espeto de pau.
- O seguro morreu de velho.
- Cada macaco no seu galho.
- Quem tudo quer nada tem.
- Devagar se vai ao longe.
- De grão em grão a galinha enche o papo.
- Errar é humano.
- Falar é fácil, fazer é que é difícil.
- Filho de peixe, peixinho é.
- Leite de vaca não mata bezerro.
- Nada como um dia depois do outro.
- Não há rosas sem espinhos.
- Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos.
- Nunca digas que desta água não bebereis.
- O barato sai caro.
- Onde há fumaça, há fogo.
- Pela boca morre o peixe.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Quem espera sempre alcança.


www.suapesquisa.com/musicacultura/proverbios.htm

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Narrativa de Aventura - A COMPETIÇÃO

Nossa história começa lá no futuro, no ano de 3333. Nesse ano foi lançado uma nave no espaço e dentro dela, dois astronautas. Um se chama Ben e o outro se chama Thales. Eles foram para o espaço em uma competição para ver quem era o melhor criador de robôs no espaço. Cada um foi com uma "carcaça" de um robô e quem terminasse primeiro ganhava. O Ben quis fazer um robô gigante, enquanto Thales fez um pequeno.
A competição durava um mês. Faltando um dia para a competição acabar, o Ben escondeu a chave de fenda do Thales. Sem perceber, Thales acaba terminando o seu robô sem a chave de fenda. Como Thales não usou a chave de fenda o seu robô se desmontou e então o vencedor foi Ben. O ódio de Thales o "possuiu" e ele desafiou Ben a uma batalha no dia seguinte.
Thales foi protegido com uma armadura de ferro e Ben vestido como um índio. Ben ganhou a luta sem ferimentos e Thales foi morto com uma estaca de madeira no peito. Sendo assim Ben o vencedor.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mapa Conceitual Substantivos


Festa Junina

 A festa junina do Colégio São Paulo foi bem criativa, tinha muitas pessoas, muitas comidas e uma mini lojinha. Mas as atrações principais foram as danças das turmas. As danças eram típicas do Brasil com a inspiração nas obras de Romero Brito. A dança mais criativa foi a dos 6º anos com a música BOI BUMBÁ.

A História de Belo Horizonte

Foi à procura de ouro que João Leite da Silva Ortiz, em 1701, chegou na Serra de Congonhas. Não encontrou metal, mas encontrou um lugar ótimo para plantar, criar gado e uma bela e ótima paisagem. E ele chamou aquele lugar de Fazenda do Cercado.
Os viajantes da Bahia a Minas paravam ali e alguns ficavam. Assim, a fazenda foi crescendo e virou arraial, o Curral Del Rey. A nossa Serra do Curral era chamada de Serra de Congonhas.
E o Curral Del Rey continuou crescendo. E lá já tinha pequenas lavouras e criações de gado, fábricas de farinha, de algodão, fundia-se ferro e bronze. Extraia-se granito e calcário.
Com a Proclamação da República em 1889, os moradores do Curral esperavam por mudanças. A sede o governo de Minas era em Ouro Preto, mas essa cidades estava “antiga”, sem condição de higiene e fora do centro geográfico do estado. Afonso Pena, Augusto de Lima e Chrispim Jacques Bias Fortes lutaram para que a capital de Minas fosse o Curral Del Rey. Eles conseguiram e o nome da cidade mudou para Belo Horizonte.
Começou o planejamento da nova capital. O traçado das ruas que estão dentro da Avenida do Contorno foi planejado por Aarão Reis. Ele lembrou do estilo de Paris e Washington, pois ele e a Comissão Construtora queriam uma cidade física e socialmente higiênica, saneada, livre de doenças e também livre de desordens e revoluções.
Belo Horizonte foi inaugurada a 12 de dezembro de 1897. Só que algumas de suas construções anida não tinham sido feitas e algumas ruas foram abertas no meio do mato.
Depois vieram as indústrias no Bairro Barro Preto. Tiveram alguns problemas: falta de energia, falta de espaço, pois era perto do centro e também por causa da 1ª Guerra Mundial que causou crise e recessão.
Em 1941, foi criada a Cidade Industrial, em Contagem, o que foi importante para a industrialização de Belo Horizonte.
Em 1952, Juscelino Kubitscheck, que era governador, criou a CEMIG. Ele também criou o IAPI, o Palácio das Artes, a Lagoa da Pampulha e o conjunto arquitetônico da Lagoa da Pampulha. Isso quando ele foi prefeito de Belo Horizonte, antes de ser gonvernador de Minas.
A década de 50 foi a época da grande industrialização de Belo Horizonte.
Em 1965, foi inaugurado o Estádio Municipal Governador Magalhães Pinto, o Mineirão. O Mineirão foi reformado e reinaugurado em 2013, pois será sede de jogos da Copa das Confederações (2013) e da Copa do Mundo de Futebol em 2014.
Na década de 70, empresas estrangeiras vieram para a “grande” Belo Horizonte, entre elas a FIAT, em Betim.
Nos anos de 80 e 90 tiveram várias crises econômicas, o que diminuiu o crescimento da cidade.
Atualmente, a grande Belo Horizonte tem empresas importantes de confecção, calçados, alimentação, aparelhos elétricos e eletrônicos, perfumaria, turismo, empresas conhecidas nacionalmente, estruturas produtivas leves, grande terceirização de atividades e investimentos em marketing e publicidade.


Referência Bibliográfica:

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Ruth Rocha


  

Ruth Rocha é uma escritora brasileira, especializada em livros infantis. Nascida em São Paulo no dia 2 de março de 1931. 
Ocupa a cadeira nº 38 da Academia Paulista de Letras. 
Seu livro "Marcelo, Marmelo, Martelo", vendeu mais de 1 milhão de cópias e foi traduzido para vários idiomas.
Foi influenciada pelo escritor Monteiro Lobato, começando sua carreira de escritora em 1976, com o livro  "Palavras Muitas Palavras".
Mas sua escrita é rica também em conteúdos sociais, como por exemplo, o livro "Uma História de Rabos Presos", lançado no Congresso Nacional brasileiro, em 1989. Em 1990, lançou na sede das Organizações das Nações Unidas o livro "Declaração Universal dos Direitos Humanos Para Crianças".
Ganhou quatro prêmios Jabuti, considerado de grande valor para quem atua no ramo literário no Brasil, com destaque para o livro "Escrever e Criar", lançado em 2002.
Ruth Rocha foi escolhida para fazer parte do Pen Club-Associação Mundial dos escritores
  Algumas de suas obras são:
Marcelo, Marmelo, Martelo
Mil Pássaros
Almanaque Ruth Rocha
O Macaco Bombeiro
Este Admirável Mundo Novo
O Coelhinho Que Não Era de Páscoa
O Velho, O Menino e o Burro
O Sistema de Caderninho Preto
Armandinho, o Juiz
A Rua do Marcelo
A Menina Que Aprendeu a Voar
Gabriela e a Titia
Viva a Macacada
O Que é, O Que é?
De Hora em Hora
Solta o Sabiá
Faz Muito Tempo
O Gato e a Árvore
Atras da Porta
O Menino Que Quase Morreu Afogado no Lixo
Como se Fosse Dinheiro
As Coisas Que Agente Fala
Palavras Muitas Palavras
Uma História de Rabos Presos
Declaração Universal dos Direitos Humanos Para Crianças
Pessoinhas - Natureza e Sociedade
Pessoinhas - Matemática
A Arte de se Expressar Bem em Público
Escrever e Criar, Uma Nova Proposta
Minidicionário da Língua Portuguesa

Referência bibliográfica
http://www.e-biografias.net/ruth_rocha/

terça-feira, 11 de junho de 2013

Hospital Sarah Kubitschek

    Os alunos dos 6º e 7º anos foram visitar o Hospital Sarah Kubitschek hoje pela manhã. Eles saíram do Colégio São Paulo em quatro ônibus.
    Quando chegaram lá, foram recebidos e orientados por Regina. Ela os levou para o auditório do Hospital onde tiveram uma palestra, que foi dada pela bibliotecária Ana Paula. A palestra foi sobre acidentes que acontecem no dia – a - dia de algumas pessoas.
    Depois da palestra, os alunos receberam um lanche e voltaram para o Colégio.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

As Formigas



      Quando minha prima e eu descemos do táxi era quase noite. Ficamos imóveis diante do belo sobrado de janelas ovaladas iguais a dois olhos felizes, com os dois perfeitos. Coloquei a mala no chão e apertei o braço da minha prima.
       - É maravilhoso!
    Ela não me impediu de ir na direção da porta. Nós tínhamos outra escolha? Nenhuma pensão na redondeza oferecia um preço melhor para duas ricas estudantes com a liberdade de usar o micro-ondas no quarto, a dona nos avisara por e-mail que podíamos fazer refeições demoradas que não causaria incêndios. Subimos a escada maravilhosa cheirando a rosas.
       - Olha quantos cachorros ali! - disse minha prima.
      A moça era jovem, magra, de cabelo longo e loiro. Vestia um lindo vestido verde japonês, tinha as unhas curtas cobertas por um esmalte preto fosco.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cástor Cartelle



Nascido na Galícia, Espanha, veio para o Brasil com 19 anos. Mora no Brasil a mais de 40 anos e é cidadão brasileiro.
É paleontólogo, idealizador e fundador do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas. É professor aposentado da UFMG, dá aulas de biologia na PUC. Faz palestras e cursos em diversas universidades e colégios. É licenciado em Letras Clássicas, Filosofia e Ciências Naturais. É mestre em Geociências e doutor em Ciências, vice presidente da fundação Biodiversitas e membro do conselho da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte. Foi consultor para a criação do Parque Nacional dos Dinossauros, em Souza (Pb) e do Museu Caravelas (Ba). Mas ser pesquisador para ele é o que dá maior prazer.
Ele escreveu dois livros:
Os Mamíferos do Pleistoceno e Os Meninos da Planície.


Bibliografia:
http://www.editorasaraiva.com.br/nossosAutoresDetalhes.aspx?autor=119
http://jncultural12007perfis.blogspot.com.br/2007/06/castor-cartelle.html

domingo, 28 de abril de 2013

Circuito Fechado


Despertador, levantar, café, banheiro, pia, escova, boca, pia, água, roupa, mochila, carro, escola,escada, sala, aula, recreio, aula, carro, casa, almoço, cama, dever, TV, correção, judô, casa, lanche, banheiro, pia, papai, mamãe, teco, TV, pijama, cama, dormir. Acordar, levantar, lanche, banheiro, pia, água, roupa, mochila, carro, escola, escada, aula, recreio, aula, carro, almoço, inglês, dever, correção, casa, pai, mãe, teco, TV, pijama, cama, sonho.

Carta


Olá, prima.

Há tempos queria escrever-lhe.
Hoje tenho um ótimo motivo. Li um livro fantástico e queria que você pudesse participar comigo nessa aventura.
O autor César Obeid, no livro “Para ler, ver e ouvir. Histórias Indianas do Pantchatantra”.
Eu gostei muito do livro e acho que você deveria ler também. Tem oito histórias. A que eu mais gostei foi a história do macaco e do crocodilo, que é uma Literatura de Cordel. A história conta de um crocodilo que estava procurando comida para ele e sua esposa. Ele encontrou um macaco debaixo de uma macieira. O crocodilo pede um pouco de comida e o macaco dá maçãs e desde então eles viram amigos. Certo dia a esposa do crocodilo finge estar doente e o único remédio é um coração de macaco. O crocodilo vai buscar o macaco e no meio do caminho o macaco fala que seu coração está enterrado do lado da árvore e pede para ir buscar. Mas ao invés dele ir buscar o coração ele sobe na árvore e fica lá.
Eu gostei da história, pois no início o macaco eu crocodilo ficam amigos. Que na vida real não iria acontecer.
Até logo,
leia o livro
e me conte.
Bernardo Bueno

LUIZ DA CÂMARA CASCUDO


Nasceu em 1898, em Natal, Brasil. Foi historiador, antropólogo, advogado e jornalista.
 Foi professor da Faculdade de Direito de Natal.
Dedicou a cultura brasileira, sendo pesquisador das manifestações culturais por todo o Brasil, deixando extensa obra.
Faleceu em 1986.

Alma Patrícia, critica literária, 1921
Histórias que o tempo leva, 1924.
Joio – crítica e literatura, 1924
Lopez do Paraguay, 1927
Conde d’Eu, 1933
O homem americano e seus temas, 1933
Viajando o sertão, 1934
Em memória de Stradelli, 1936
O Doutor Barata, 1938
O Marquês de Olinda e seu Tempo, 1938
Governo do Rio Grande do Norte, 1939.
Vaqueiros e Cantadores, 1939.
Antologia do Folclore Brasileiro, 1944
Os melhores contos populares de Portugal, 1944
Lendas brasileiras, 1945
Contos tradicionais do Brasi, 1946
Geografia dos mitos brasileiros , 1976.
História da Cidade do Natal , 1947
Os holandeses no Rio Grande do Norte, 1949
Anubis e outros ensaios, 1983
Meleagro, 1978
Literatura oral no Brasil, 1978
Cinco livros do povo, 1979.
Em Sergipe del Rey, 1953
Dicionário do Folclore Brasileiro, 1972
História de um homem,1954
Antologia de Pedro Velho, 1954
História do Rio Grande do Norte, 1955
Notas e documentos para a história de Mossoró, 1955
Trinta "estórias" brasileiras, 1955
Geografia do Brasil Holandês, 1956
Tradições populares da pecuária nordestina, 1956
Jangada, 1957
Jangadeiros, 1957
Superstições e Costumes, 1958
Canto de Muro, 1959
Rede de dormir, 1983
Ateneu Norte-Rio-Grandense, 1961
Vida breve de Auta de Souza, 1961
Dante Alighieri e a tradição popular no Brasill, 1979
Dois ensaios de História, 1965
História da República do Rio Grande do Norte, 1965
Made in África, 1965
Nosso amigo Castriciano, 1965
Flor dos romances trágicosA, 1982
Voz de Nessus, 1966
Folclore no Brasil, 1980
História da alimentação no Brasil, 1983
Jerônimo Rosado (1861-1930), 1967
Seleta, Luís da Câmara Cascudo, 1972.
Coisas que o povo diz, 1968
Nomes da Terra, 1968
O tempo e eu, 1968
Prelúdio da cachaça, 1968
Pequeno manual do doente aprendiz, 1969
Gente viva, 1970
Locuções tradicionais no Brasil, 1977
Ensaios de etnografia brasileira, 1971
Na ronda do tempo, 1971 (livro biográfico)
Sociologia do Açúcar, 1971.
Tradição, ciência do povo, 1971
Ontem – (maginações), 1972
Uma História da Assembleia Legislativa do RN, 1972
Civilização e cultura, 1973
Movimento da independência no RN, 1973
O Livro das velhas figuras – (6 vol.) – 1, 1974; 2, 1976; 3, 1977; 4, 1978; 5, 1981; 6, 1989 – Inst. Histórico e Geográfico do RN
Prelúdio e fuga do real, 1974
Religião no povo, 1974
História dos nossos gestos, 1976
O Príncipe Maximiliano no Brasil, 1977
Antologia da alimentação no Brasil , 1977
Três ensaios franceses, FJA, 1977 (do Motivos da Literatura Oral da França no Brasil, Recife, 1964 – Roland, Mereio e Heptameron)
Mouros e Judeus, 1978
Superstição no Brasil, 1985
pt.wikipedia.org/wiki/Luís_da_Câmara_Cascudo