sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Giselda Laporta Nicolelis

Nasceu em São Paulo, no dia 27 de outrubro de 1938. A sua primeira história foi publicada em 1972. E o primeiro livro em 1974. Ela escreve principalmente livros infantis e juvenis, além de ficção, poesia e ensaios. Tem mais de 100 títulos publicados. É jornalista pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, trabalhou como coordenadora editorial e em publicações infanto-juvenis. Ela também é sócia-fundadora do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil (acervo está em Universidade de São Paulo), da União Brasileira de Escritores, do Sindicato de Escritores do Estado de São Paulo e da Clearing House form Women Authors of America.

Algumas obras: Sempre haverá um amanhã, A esperança de Bob; As portas do Destino; A menina que queria ser bruxa; A toca do Edu e a copa; O segredo da múmia inca; Da cor do azeviche; História virada ao avesso; Macapacarana; Na boleia de um caminhão; O fantasma da torre; O milagre de cada dia; Onde mora o arco-íris; Uivando para a lua: biografia autorizada de um cachorro; Vale das vertentes; Viver é uma grande aventura.


Referência Bibliográfica:
http://www.ube.org.br/biografias-detalhe.asp?ID=349

A mentira tem perna curta.

Um menino combina de encontrar com outro na lanchonete. Um chegou na hora certa, o outro chegou dizendo:
- Me desculpa o atraso, eu estava fazendo para casa, por isso demorei.
- Isso é mentira sua!
- Por que?
- Porque hoje não teve para casa!

Provérbios

Provérbios são frases que explicam sobre a vida...

- Quem colhe vento planta tempestade.
- Quem fala muito dá bom dia a cavalo.
- Boca fechada não entra mosca. 
- Dai a César o que de César e a Deus o que de Deus.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
- A pressa é a inimiga da perfeição.
- Cavalo dado não se olha os dentes.
- A ocasião faz o ladrão.
- A mentira tem perna a perna curta.
- Quando um não quer, dois não brigam.
- Gato escaldado tem medo de água fria.
- Macaco velho não pula em galho seco.
- O boi engorda é com o olhar do dono.
- Criou fama e deitou na cama.
- A morte não chega de véspera.
- Antes calar que mal falar.
- Quem quer faz, quem não quer manda.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Cada cabeça, cada sentença.
- Cachorro que late não morde.
- Quem tem boca vai à Roma.
- Quem vê a barba do vizinho arder põe a sua de molho.
- Quem usa cuida.
- Deus ajuda quem cedo madruga.
- Caiu na rede é peixe.
- Casa de ferreiro, espeto de pau.
- O seguro morreu de velho.
- Cada macaco no seu galho.
- Quem tudo quer nada tem.
- Devagar se vai ao longe.
- De grão em grão a galinha enche o papo.
- Errar é humano.
- Falar é fácil, fazer é que é difícil.
- Filho de peixe, peixinho é.
- Leite de vaca não mata bezerro.
- Nada como um dia depois do outro.
- Não há rosas sem espinhos.
- Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos.
- Nunca digas que desta água não bebereis.
- O barato sai caro.
- Onde há fumaça, há fogo.
- Pela boca morre o peixe.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Quem espera sempre alcança.


www.suapesquisa.com/musicacultura/proverbios.htm

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Narrativa de Aventura - A COMPETIÇÃO

Nossa história começa lá no futuro, no ano de 3333. Nesse ano foi lançado uma nave no espaço e dentro dela, dois astronautas. Um se chama Ben e o outro se chama Thales. Eles foram para o espaço em uma competição para ver quem era o melhor criador de robôs no espaço. Cada um foi com uma "carcaça" de um robô e quem terminasse primeiro ganhava. O Ben quis fazer um robô gigante, enquanto Thales fez um pequeno.
A competição durava um mês. Faltando um dia para a competição acabar, o Ben escondeu a chave de fenda do Thales. Sem perceber, Thales acaba terminando o seu robô sem a chave de fenda. Como Thales não usou a chave de fenda o seu robô se desmontou e então o vencedor foi Ben. O ódio de Thales o "possuiu" e ele desafiou Ben a uma batalha no dia seguinte.
Thales foi protegido com uma armadura de ferro e Ben vestido como um índio. Ben ganhou a luta sem ferimentos e Thales foi morto com uma estaca de madeira no peito. Sendo assim Ben o vencedor.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mapa Conceitual Substantivos


Festa Junina

 A festa junina do Colégio São Paulo foi bem criativa, tinha muitas pessoas, muitas comidas e uma mini lojinha. Mas as atrações principais foram as danças das turmas. As danças eram típicas do Brasil com a inspiração nas obras de Romero Brito. A dança mais criativa foi a dos 6º anos com a música BOI BUMBÁ.

A História de Belo Horizonte

Foi à procura de ouro que João Leite da Silva Ortiz, em 1701, chegou na Serra de Congonhas. Não encontrou metal, mas encontrou um lugar ótimo para plantar, criar gado e uma bela e ótima paisagem. E ele chamou aquele lugar de Fazenda do Cercado.
Os viajantes da Bahia a Minas paravam ali e alguns ficavam. Assim, a fazenda foi crescendo e virou arraial, o Curral Del Rey. A nossa Serra do Curral era chamada de Serra de Congonhas.
E o Curral Del Rey continuou crescendo. E lá já tinha pequenas lavouras e criações de gado, fábricas de farinha, de algodão, fundia-se ferro e bronze. Extraia-se granito e calcário.
Com a Proclamação da República em 1889, os moradores do Curral esperavam por mudanças. A sede o governo de Minas era em Ouro Preto, mas essa cidades estava “antiga”, sem condição de higiene e fora do centro geográfico do estado. Afonso Pena, Augusto de Lima e Chrispim Jacques Bias Fortes lutaram para que a capital de Minas fosse o Curral Del Rey. Eles conseguiram e o nome da cidade mudou para Belo Horizonte.
Começou o planejamento da nova capital. O traçado das ruas que estão dentro da Avenida do Contorno foi planejado por Aarão Reis. Ele lembrou do estilo de Paris e Washington, pois ele e a Comissão Construtora queriam uma cidade física e socialmente higiênica, saneada, livre de doenças e também livre de desordens e revoluções.
Belo Horizonte foi inaugurada a 12 de dezembro de 1897. Só que algumas de suas construções anida não tinham sido feitas e algumas ruas foram abertas no meio do mato.
Depois vieram as indústrias no Bairro Barro Preto. Tiveram alguns problemas: falta de energia, falta de espaço, pois era perto do centro e também por causa da 1ª Guerra Mundial que causou crise e recessão.
Em 1941, foi criada a Cidade Industrial, em Contagem, o que foi importante para a industrialização de Belo Horizonte.
Em 1952, Juscelino Kubitscheck, que era governador, criou a CEMIG. Ele também criou o IAPI, o Palácio das Artes, a Lagoa da Pampulha e o conjunto arquitetônico da Lagoa da Pampulha. Isso quando ele foi prefeito de Belo Horizonte, antes de ser gonvernador de Minas.
A década de 50 foi a época da grande industrialização de Belo Horizonte.
Em 1965, foi inaugurado o Estádio Municipal Governador Magalhães Pinto, o Mineirão. O Mineirão foi reformado e reinaugurado em 2013, pois será sede de jogos da Copa das Confederações (2013) e da Copa do Mundo de Futebol em 2014.
Na década de 70, empresas estrangeiras vieram para a “grande” Belo Horizonte, entre elas a FIAT, em Betim.
Nos anos de 80 e 90 tiveram várias crises econômicas, o que diminuiu o crescimento da cidade.
Atualmente, a grande Belo Horizonte tem empresas importantes de confecção, calçados, alimentação, aparelhos elétricos e eletrônicos, perfumaria, turismo, empresas conhecidas nacionalmente, estruturas produtivas leves, grande terceirização de atividades e investimentos em marketing e publicidade.


Referência Bibliográfica: